Não vendemosopinião.Avaliamos o livro.
Cinco eixos, de 1 a 10, com grelhas públicas. O gosto conta à parte. A soma dá um total em 50 e desenha um azulejo: cada livro avaliado no Canto ganha o seu.
Podes amar um livro medíocre.E respeitar um que não é para ti.
Um livro pode não ser para ti e mesmo assim ser um 42. Pode ser o teu conforto e ser um 28. No Canto as duas coisas aparecem lado a lado: a nota diz o que o livro faz; o gosto diz o que te fez a ti.
O gosto nunca mexe no total. Mas fica escrito, porque esconder um dos dois é vender opinião com farda de método.
Obra e amor
Qualidade alta, gosto alto. Recomendas sem reservas.
Prazer culpado
Conheces os defeitos e gostas na mesma. Toda a gente tem um.
Respeito frio
Reconheces o mérito. Não é para ti. As duas coisas são verdade.
Nem um nem outro
Nem te convenceu, nem te conquistou. Também é informação.
Como se lê um azulejo
Cada pétala é um eixo do método, a começar no topo e a seguir no sentido dos ponteiros: quanto mais longa, mais alta a nota. O pentágono tracejado é o máximo possível; o traço cheio é o que o livro fez. Passa pelos eixos para acender a pétala de cada um.
- CConstrução do Enredo
- AArte das Personagens
- NNarrativa & Mundo
- TTécnica de Escrita
- OOverall/Impacto
Na não-ficção a escala é a mesma e o azulejo também; mudam as perguntas de cada eixo. Ler o método completo.
Cada género, um pigmento.
As cores das pétalas vêm da azulejaria portuguesa: cobalto, manganês, verde de cobre, ocre, sépia. Dizem o género do livro. Os cantos amarelos dizem não-ficção. O coral fica guardado para o selo.
Uma nomenclatura base, para crescer com o catálogo. Os azulejos desta faixa usam notas de exemplo.
O catálogo está a ser assentado,peça a peça.
As primeiras avaliações editoriais estão a caminho, assinadas pelos fundadores e revistas por outro leitor da casa. Cada uma entra no painel com o seu azulejo. Até lá, a régua já está aberta: usa-a no último livro que leste.
Pontua o último livro que leste